Anedotas cotidianas


Essa eu ouvi no Big Brother

Estava de saída para a merça nossa de cada dia, na sala de casa meu irmão assistia Big Brother. Olhei para a cena:

Um dos participantes estava almoçando, pelo que entendi, o menu era rabada. O rapaz (tenho que dizer que a expressão indicava que ele estava falando sério) comenta com os colegas:

- Rabada é pesado por causa do osso!

Me poupe!!!



Escrito por marocha às 16h50
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Pérolas

A vida boêmia nos proporciona momentos surreais! Volta e meia nos deparamos com aquela frase que “vale a balada”.  Se o senso comum considera a noite um ambiente improdutivo, deplorável, tétrico e completamente dispensável nas nossas vidas, eu acho que minha vida certamente não seria tão divertida não fossem as pérolas que a gente escuta por aí... aliás, vocês também não teriam boa parte do material publicado nesse blog não fossem as incursões pela noite, principalmente a paulistana, e as impagáveis conversas de botequim!

 

Tá certo... não é nenhum conteúdo acadêmico-iluminado, mas acho que a reflexão sarcástica sobre o cotidiano é algo importante para as nossas vidas, nem que seja só pra lembrar que a gente não deve se levar tão a sério...

 

Cena 1:

Moça saindo do banheiro vai à pia lavar as mãos. Segue diálogo entre ela e a amiga:

 

(moça do banheiro) – Ah, eu vou pegar 2 folhas pra secar minha mão porque minha mão muuuuito grande!

(amiga) – Duvido que seja maior que a minha! Eu tenho a maior mão feminina do mundo!!!

(moça do banheiro) – É... minha mão perde feio...

 

Se era a maior mão feminina do mundo eu não sei, mas o complexo de guiness, parece ser algo recorrente nos banheiros paulistanos...

 

Cena 2:

Eu no banheiro. Uma galerinha conversa do lado de fora. Destaca-se a seguinte frase no meio da multidão:

- Meu a banda é muito, muuuuuito boa!!!

Confesso que fiquei curiosa! Que banda seria essa? Viria uma dica quente, imperdível??? A frase seguinte foi a brochação:

- É a melhor banda do Brasil!!! Melhor que CPM22....

(sem comentários... e sem curiosidade!)

 

Cena 3:

Balada das garotas. Calor de verão paulistano (vinte e tantos graus, ar parado até altas da noite). Ufa! Ainda bem que a balada tem quintal... embora o som lá dentro tivesse bom, era necessário uma paradinha básica pra respirar outros ares lá fora.  Só que pra ficar lá fora, já que não estávamos dançando, bem que a gente podia sentar, né?

 

A questão é que muita gente também tinha tido essa mesma idéia... tudo bem... temos nossa tática! A senha: “ganhando espaço”. É o seguinte: todas atentas, primeira chance de ampliar o círculo: passinho pra trás. Como a intenção era sentar, sempre em direção aquele banco em “L” ali na ponta!!!

 

 

Ok, todas cumprindo seu papel. Começamos a ocupar o banco, mas tinha um casal bem no vértice do “L” que não tava nem aí pra nada e não se movia um centímetro do local em que estavam. Tudo bem ocupamos uma ponta do “L” metade de nós continuava de pé. Dado momento rolava uma conversa que não me interessava me distraí com os acontecimentos do entorno. Chega um amigo do tal casal convocando-os pra pista lá dentro. Segue o diálogo bizarro:

 

(amigo) – Vamo lá dentro! Vocês não vão sair daqui???

 

(o cara do casal) – Ah... mas como é que ta lá dentro?

 

(amigo) – Tá quente, úmido e forte!!! Como a Amazônia!

 

????? O que será que ele queria com essa descrição??? Será que o fulano era um nostálgico da região Norte do Brasil??? Mas de fato! Lá dentro estava quente e úmido (o forte vai da subjetividade de cada um). Como a Amazônia!



Escrito por marocha às 18h18
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Frases emblemáticas nº 1:

Narrava-se um fato de ocorrido em uma viagem há anos atrás. O lugar era uma daquelas praias com pouca civilização onde os veranistas acabam se topando de tempos em tempo na praia, na lanchonete ou na baladinha da noite. Embora esse encontra-aqui-e-ali fosse comum, surpreendia o fato de que um certo sujeito, apelidado de Tony Ramos dado o pelover que ostentava, era frequentemente visto-e-revisto.

 

Certo dia Tony Ramos aparece em dobro... Indícios de alcoolização? Não. O Tony Ramos era gêmeo! Ele não era onipresente, ele eram dois! Rebatizados naquele exato momento de “Tony” e “Ramos”... por mais que se soubesse que dali em diante, jamais se identificaria novamente qual era o Tony e qual seria o Ramos.

 

Finda a narração, entre os risos destaca-se um dos ouvintes que permanecia prostrado com uma cara meio reticente. Em seguida, somos brindados com o seguinte comentário:

 

“Ramos tonificados”

 

Será essa a origem do pelover de ramos do Tony?



Escrito por marocha às 02h50
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